Ultimate Beastmaster Brasil Netflix: Crítica do reality show
Somos naturalmente atraídos por reality shows, e Ultimate Beastmaster Brasil entra em sua terceira temporada por conta do sucesso que esse programa tem feito junto aos admiradores do esporte. Para você que não conhece, o reality funciona assim: vários competidores do mundo inteiro se enfrentam em uma competição onde somente o mais forte chega ao final.
São provas que exigem muito do corpo, da mente e do espírito, e aos poucos vamos conhecendo os limites que o ser humano consegue atingir. É bastante divertido, não só por acompanhar o que essas pessoas extraordinariamente habilidosas conseguem fazer, quanto pelos comentários de Anderson Silva e Rafinha Bastos, que “apresentam” o programa para o Brasil. E na terceira temporada não é diferente.
Ultimate Beastmaster Brasil: muito sofrimento, muita diversão
O grande barato de assistir a competições esportivas como essas mostradas em Ultimate Beastmaster Brasil é perceber que nós, pessoas comuns que estamos de frente ao computador ou a TV assistindo ao programa, não conseguimos fazer nem um terço do que esse pessoal faz. Correr, nadar, equilibrar, pular, escalar paredes altíssimas e carregar pesos inimagináveis são situações nas quais não nos vemos, e por isso mesmo admiramos nesses competidores.
Isso poderia soar como um convite para ir para a academia, deixar de ser sedentário e praticar exercícios. Por outro lado, o sofrimento e os limites aos quais essas pessoas chegam para conseguir conquistar as vitórias nas provas são terrivelmente difíceis, e isso nos inspira a assistir e continuar para ver no que dá, mas não a tentar fazer a mesma coisa em casa.
Nesta terceira temporada, os desafios são ainda mais extremos, exigindo muito das dezenas de participantes que buscam o prêmio maior, ao fim do campeonato. Sofremos junto e admiramos a coragem e a força de cada um deles (uns mais, outros menos), e como em todo reality, criamos a nossa torcida e a nossa antipatia por esses que acabam se tornando personagens.
Uma temporada superior
Nesta terceira temporada de Ultimate Beastmaster Brasil, os comentaristas estão mais divertidos e afiados em sua torcida pelos participantes brasileiros. Rafinha Bastos já é conhecido do público como comediante de stand-up, ator e apresentador, e seu talento para piadas rápidas e cortantes é fabuloso.
Ao seu lado, continua o ex-campeão de MMA Anderson Silva, que está ali supostamente para fazer uma análise técnica dos competidores, mas serve bem como torcedor e “escada” para as gracinhas de Rafinha. Uma dupla formidável, incrivelmente enérgica e bastante divertida.
É seguro afirmar que esta nova temporada do programa é a mais desafiadora e mais divertida de todas. Acompanhamos, atentos desde o começo, todos os desafios propostos - cada vez mais difíceis e exigentes.
Quando termina, pedimos por mais. Talvez Ultimate Beastmaster Brasil seja realmente muito curto para saciar a sede de curiosidade dos espectadores. Bem que poderia ter uns três episódios a mais…
Finalmente, apesar de ficarmos sem fôlego só de assistir, temos uma diversão bastante competente, muito bem dirigida (por ninguém menos que Silvester Stalone) e com comentários que realmente agregam, ao mesmo tempo em que divertem. Ultimate Beastmaster Brasil é imperdível, e se você ainda não assistiu as temporadas anteriores, não perca tempo: maratone todas as três. Você não se arrependerá.
Imagens e informações de Ultimate Beastmaster Brasil
Sinopse 1: As nações enviaram seus atletas mais fortes. Agora, a Fera está pronta para devorá-los. Que comece o confronto! Sinopse 2: Rafinha Bastos e Anderson Silva apresentam esta competição em uma difícil pista de obstáculos com atletas do mundo inteiro. Idioma: português, com opções de legendas na mesma língua nos trechos que estão com áudio em inglês; Total de episódios (na data deste post): 3 temporada com 29 episódios de aproximadamente 1h cada; Classificação etária: 12 anos; Ano de lançamento: 2018; Gênero: Reality Show, Competição esportiva;
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