Champions Netflix: Primeira Impressão da série
Está pensando em assistir Champions Netflix? Confira algumas de nossas primeiras impressões da série! Sinopse 1 - Ele tem tudo: seu próprio negócio, um irmão camarada… e um filho com uma quedinha para o estrelato. Sinopse 2 - Anos depois de engravidar a namorada, o ex-craque de beisebol Vince tem uma surpresa: o excêntrico filho, Michael.
Agora, ele terá que aprender a ser pai. Quantos episódios assisti de Champions Netflix: os 2 primeiros. O episódio piloto da série original Netflix, Champions, é uma loucura!
Minha nossa. Calma, explico: nessa introdução, tudo acontece de uma vez, num bombardeio de informações anexas a várias piadas (já que é uma comédia). Como se você fosse jogado num terreno desconhecido, e uma porção de estranhos gritassem ao mesmo tempo…
Pegou a ideia? É mais ou menos como me senti neste episódio piloto da série Champions. As cenas já “chegam chegando”, sem que você tenha o tempo necessário para se ambientar.
Logo de cara, um homem acusa o protagonista (Vince) de ter ficado com a esposa dele (o que acaba se provando verdade). Existe nessa parte todo um diálogo aparentemente desnecessário (porque a questão aqui não é a traição, então fiquei “ok, e daí?”), mas depois notei que eles inseriram aquela cena para condensar várias informações para o público.
Essas informações a princípio parecem não ser grande coisa, mas nos colocam a par do drama do protagonista, sobre ele sentir-se um fracassado e escapar das responsabilidades. Nada está ali por acaso - nem o irmão de Vince, que se mostra apaixonado pelo que faz, e braço direito do protagonista.
É uma forma rápida de contar um pouco sobre o personagem, e de quebra apresentar o ambiente de humor que estamos prestes a embarcar. Apesar da chuva de informações, este episódio piloto consegue puxar nossa atenção, mesmo com a introdução de vários personagens diferentes (e tudo isso, sem nos dar tempo de processar).
Cena em que Michael é introduzido ao público Até uns momentos antes do aparecimento de Michael (o filho adolescente de Vince) eu não estava dando muito crédito para esse original Netflix. Somente depois que o garoto chega é que a promessa da série é feita para nós, espectadores: a dúvida sobre o que o pai vai fazer com um filho que acabou de conhecer, e como ele vai lidar com essa responsabilidade no meio de outro problema que ele tinha acabado de gerar: o fato de estar vendendo a academia do falecido pai, sendo que o irmão tinha aquilo como um sonho realizado.
No fim das contas, a combinação é interessante: um pai irresponsável e mulherengo… E um filho excessivamente mimado e homossexual (e, como se trata de uma série de comédia, é claro que eles resolveram estereotipar o garoto, colocando nele todos os trejeitos possíveis).
Apesar dos estereótipos, uma das cenas finais do episódio piloto foi realmente muito bonita (a audiência), e foi exatamente isso que fez eu sentir que vale a pena seguir em frente. É que a aceitação (cruzamento do limiar, do protagonista) vem depois disso, e é quando passamos a compreender a proposta da série: essa relação pai/filho e possível evolução em conjunto.
Audiência de Michael, interpretando muito bem a música “We Are The Champions” (Freddie Mercury), que gerou uma piada que (para mim) não colou
Outras informações de Champions Netflix:
Assista na Netflix: acesse neste link. Total de episódios (na data deste post): 1 temporada com 10 episódios de 22 minutos cada. O que MAIS gostei nesse início: Quando o pai e o filho conseguiram, finalmente, criar algum tipo de conexão (no final do episódio piloto). É este tipo de interação que faz com que eu queira continuar a assistir mais e mais.
Em outras palavras, as “partes sérias” que lidam com os sentimentos (porque a parte do humor não me fez rir a ponto de querer mais). O que MENOS gostei neste início: Me incomodou um pouco o excesso de estereótipos (um gay afeminado, uma lésbica machinha, um rapaz sarado e burrinho, uma gata fútil…). São apelos exagerados para criar cenas que tentam ser engraçadas.
Alguns diriam que isso é normal, pois o humor estrangeiro é diferente do humor brasileiro… Mas discordo. Existe uma vasta gama de filmes e séries humorísticos que conseguem ser hilários sem a necessidade de exageros. O rumo que imagino que a série terá: Fico imaginando que esse pai não vai conseguir fazer a tal viagem (cof, FUGA, cof, cof, cof) que tanto queria, e de quebra vai precisar aprender a lidar com as responsabilidades ao longo do tempo.
Tanto do filho quanto os negócios da família. Também imagino (e espero) que o garoto aprenda a ser menos mimado com o tempo, e que compreenda que ele não é o centro do universo. Já sobre o irmão de Vince (tio do garoto), ele é basicamente o elemento de alívio, ali, por ser compreensivo, amigão, sonhador, realizado, e estar pronto para ajudar…
Talvez ele venha a fazer o papel de catalisador em alguns momentos. Sei lá… Me diga nos comentários se acertei alguma coisa (risos). Classificação etária e público: 14 anos. Gênero: Comédia Anders Holm, como Vince (protagonista) Andy Favreau, como Matthew (irmão de Vince) J.
J. Totah, como Michael (filho de Vince) Veja abaixo o trailer da série (original em inglês, mas dá para ativar legendas): https://www.youtube.com/watch?v=UsobbyIvPn8 Chegou a assistir a série até o final? Fique a vontade para compartilhar conosco o que achou do original Netflix: Champions.
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